sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

A vida


Despite all our chatter about being practical, to be practical in the West means to be ignorantly, and often selfishly, short-sighted. Our myopic focus on this life, and this life only, is the great deception, the source of the modern world’s bleak and destructive materialism. No one talks about death and no one talks about the afterlife, because people are made to believe that such talk will only thwart our so-called progress in the world.
If our deepest desire is truly to live and go on living, why do we blindly insist that death is the end? Why not at least try to explore the possibility that there may be a life after? Why, if we are as pragmatic as we claim, don’t we begin to ask ourselves seriously: Where does our real future lie? After all, very few of us live longer than a hundred years. And after that there stretches the whole of eternity, unaccounted for. . .

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Lha Ba Düchen


Festival de Outono que celebra a descida de Buda Shakyamuni do Céu Trayastrimsha.
Buda concordou em descer no dia 15 do 9º mês, sendo que actualmente define-se como sendo o 22º do 9º mês.
Fez votos para pagar a gratitude de sua mãe, Mayadevi, por tudo o que ela fez por ele, e passou três meses em Tushita a ensiná-la e a outros deuses e deusas, para que eles também se consigam libertar do estado de sofrimento do Samsara - o ciclo de nascimento, vida e morte.

As circunstâncias, sucederam quando Buda tinha 41 anos, em que participou num debate em Shravasti no qual derrotou todos os seus oponentes, pela manifestação de milagres. Imediatamente - segundo dizem para evitar receber oferendas e presentes e ser tratado como um Deus - desapareceu.

Reapareceu no reino dos 33 deuses, onde deu ensinamentos a seres celestiais, nos quais se incluíam a sua mãe. Um dos seus grandes discípulos, Anuruddha, conseguia vê-lo e assegurou os outros sobre a sua presença. Após três meses, Maudgalayana, outro dos seus grandes discípulos, pediu a Buda que este voltasse à terra.

Acedeu em regressar numa dada semana, por isso no sétimo dia, Indra e Brahma construiram 3 escadas de lapis lazuli, ouro e cristal. A escada tripla ligava o Monte Meru a Samkashya. Na hora marcada ele desceu as escadas, acompanhado por Indra e Brahma, e foi recebido na base.

A lenda diz que essa escada, utilizada por Buda, Indra e Brahma, com o tempo, foi desaparecendo, ficando apenas vestígios que constituíam parte do Templo do Imperador Ashoka. Com o tempo apenas a estrutura subterrânea ficou, mas mesmo isso actualmente deixou de existir.

in www.khandro.net/calendar_special_days.htm

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

A crise...

Acordamos todas as manhãs...e vemos a vida que levamos a ser estrangulada pela Matrix.
A Matrix, conjunto de processos pensados, deliberadamente estruturados de forma a que actue com um íman para manter acordadas as nossas emoções e sentidos. Constantemente mantêm-nos sem força e desiguais. Eleva-nos os Ego, esmaga a esperança.
Podem achar que é uma visão péssimista e sem sentido, mas pura e simplesmente deixo uma pergunta...qual o Sentido da Vida?
Qual Monthy Pythons com uma verdade irónica...mas pura! A Matrix mantém a crise, cria a crise e faz-nos acreditar que é norma, que é real! Uma verdadeira Inception que nos molda o cérebro, e faz-nos crer que o que percepcionamos é real, não será antes um logro aos nossos sentidos, eles próprios logro de nós mesmos? O sonho do sonho!
Numa qualquer esquina ecoa nos meus ouvidos, um qualquer Roger Waters no psicadelismo social de "Comfortably Numb", mas mantendo a esperança de nos deixar faísca de "Each small candle lights a corner of the dark", numa consciência cada vez mais apertada e ilusória...
Numa épica história, a Musa, indica o camninho social, de "Rise", levantar e lutar, contra o Mind Control, de não sermos controlados e forçados a fazer o que não nos é destinados como Seres Humanos...e reescrevermos o "Sentido da Vida"!!

sexta-feira, 12 de março de 2010


Perdemos muitas vezes o nosso tempo a pensar em como perder tempo. E o mais incrível é que somos bem sucedidos!
A vastidão do Universo é tal que não temos a noção do minúsculo ponto que somos, da insignificância do ser humano, que age como se o centro do mundo medieval não estivesse assim tão longe, se Galileu não tivesse existido...
Ao admirar as paisagens Himalaias, e ao sentir a sua força e imensidão, elas também um ponto no Universo, ficamos pequenos, despidos, sem a energia antropocentrica que nos guia nesta estrada da vida mundana, esquecemos que só o nosso interior consegue igualar a força dos Himalaias e num fim iluminado ter a perfeita noção una com o imenso Universo!

segunda-feira, 8 de março de 2010

Nepal


Ainda estou um pouco deslocado!
15 dias em Kathmandu e parece que estive um mês fora. Outra realidade, diferente dos nossos padrões sociais do ocidente...mas com magia, com muita força!
Tive a multipla sorte de ficar hospedado em Boudhanath, coração tibetano do Nepal, apenas a uns escassos 50m do Stupa que quase toca o céu...ou será que não toca? ou é o céu? Inúmeros Mosteiros rodeiam Boudha, cheguei dia 13 de Fevereiro, um dia antes do Losar, agora imaginem acordar às 3H00M da manhã, com o Mosteiro que tinha encostado aos muros do Hotel e ouvir o começo do novo ano do Tigre de Ferro 2137, Tambores, Cornetas e Orações a fluirem pela noite de Boudhanath, numa experiência tão intensa e forte que só de pensar ainda me arrepio...

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Pela Paz!


Sendo hoje, 5 de Agosto de 2009 um dia especial, de lua cheia, gostaria de oferecer a todos os seres um Stupa...como não o vou construir, deixo aqui a foto do Stupa que está na Serra do Caldeirão no Algarve.

Que todos os seres sejam felizes, livres de sofrimento e sigam sem dúvida o caminho para a Iluminação!